A FNE, representada pela Vice-Secretária-Geral, Josefa Lopes e pelo Secretário-Geral Adjunto, Paulo Fernandes, marcou presença esta manhã na Assembleia da República (AR) na Audição Conjunta dos Sindicatos no âmbito do Grupo de Trabalho constituído pela Comissão Parlamentar de Educação e Ciência (CEC) para acompanhar o processo de revisão do Estatuto da Carreira Docente (ECD)..
A delegação da Federação apresentou nesta iniciativa os contributos para a Comissão de Educação e Ciência da AR, documento no qual começa por reforçar que "a revisão do Estatuto da Carreira Docente (ECD) constitui um momento decisivo para o sistema educativo português. Não estamos perante uma revisão técnica ou marginal, estamos perante uma escolha política estruturante sobre o futuro da escola pública e sobre a valorização dos docentes que nela trabalham".
A fechar o seu espaço de intervenção, a FNE sublinhou que o processo de revisão do Estatuto da Carreira Docente não pode traduzir-se em soluções tímidas, parcelares ou sucessivamente adiadas. O sistema educativo não suporta mais respostas incompletas nem intervenções avulsas: exige-se uma abordagem estrutural, coerente e ambiciosa. É imperativo construir uma carreira docente mais atrativa, transparente e justa, assente em melhores condições de trabalho, maior estabilidade e reais perspetivas de progressão, bem como num estatuto remuneratório digno e valorizado.
A delegação da Federação apresentou nesta iniciativa os contributos para a Comissão de Educação e Ciência da AR, documento no qual começa por reforçar que "a revisão do Estatuto da Carreira Docente (ECD) constitui um momento decisivo para o sistema educativo português. Não estamos perante uma revisão técnica ou marginal, estamos perante uma escolha política estruturante sobre o futuro da escola pública e sobre a valorização dos docentes que nela trabalham".
A fechar o seu espaço de intervenção, a FNE sublinhou que o processo de revisão do Estatuto da Carreira Docente não pode traduzir-se em soluções tímidas, parcelares ou sucessivamente adiadas. O sistema educativo não suporta mais respostas incompletas nem intervenções avulsas: exige-se uma abordagem estrutural, coerente e ambiciosa. É imperativo construir uma carreira docente mais atrativa, transparente e justa, assente em melhores condições de trabalho, maior estabilidade e reais perspetivas de progressão, bem como num estatuto remuneratório digno e valorizado.
